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Tecnologia deveria deixar a vida das pessoas mais fácil… Mas tem realmente feito isso?

Mas, e se a gente te falasse que a maioria dos aplicativos no Brasil não são acessíveis? Ainda mais aqueles mais baixados? 

Pois é, um estudo de 2020 da BigDataCorp e do Movimento Web para Todos analisou mais de 2 mil aplicativos mais baixados e a maioria simplesmente não tinha acessibilidade em suas configurações, nesse sentido, a maioria dos sites no Brasil também estão com falhas na acessibilidade em alguma situação…ou seja, ainda não se usa tecnologia para realmente aproximar todas as pessoas. 

A cada 10 pessoas, 1 tem alguma condição especial  

Mais ou menos 13% da população mundial tem necessidade de adaptação no dia a dia, pode parecer pouco, mas não é, em outras palavras, equivale a 45 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência… desconsiderar essas pessoas deveria ser ilegal. 

Mas olha, pior que é, no Brasil nós temos a lei de acessibilidade de 2015 que vou uma melhorada na de 2000, a lei atual LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015, indica que devemos sempre garantir a segurança e autonomia de toda a população, seja isso nos lugares físicos ou na comunicação e interatividade. 

Da mesma forma, muitos lugares falam muito bem de design e UX, mas não colocam acessibilidade geral nessa conta. E, acima de tudo, esse erro acaba com as duas atividades, já que a experiência do usuário é uma prática inclusiva.

Resolver para um, estendendo para todos  

Nossos keeggers falaram sobre design e acessibilidade no keenze – nosso podcast de 15 minutos a cada 15 dias, e, uma coisa super importante para entender esse tema é essa frase aí do subtítulo: resolver para um, estendendo para todos.  

Isso vai muito além de um app bonitinho e pega a usabilidade de verdade, desde o início. 

UX e design não são coisas para ficarem guardadas em algum departamento. A coisa toda só funciona quando todas as partes entendem um pouquinho das funcionalidades básicas, algo que nosso Head de Design – Marcelo Mazzini, sempre traz para keeggo. 

Aqui, a gente entende que design só funciona quando a empatia vem automática no pensamento, entendendo a necessidade do outro e propor fazer algo realmente bom para isso. 

Adaptar é normal, agora, criar algo que não é pensado em resolver uma condição e entender para os outros é criar soluções que na realidade não solucionam, e que “resolvem” a acessibilidade apenas para cumprir tarefa. 

Aqui na keeggo, nós trabalhamos pensando no inclusive design, que é a criação de app pensado para todos os cenários possíveis, garantindo uma boa experiência global em cada entrega. O legal desse nosso pensamento é justamente em querer entregar o melhor sempre, e não ficarmos parados entregando algo cru e que vai precisar de vários acertos, já que sabemos que isso deixa qualquer solução um enorme Frankstein – que acaba sem atender ninguém.

Andar nessa contramão e entender a diversidade que temos é olhar com mais carinho o investimento em cada solução, olhando para a sociedade, entendendo o cliente, mas, indo além dele e entregando soluções realmente funcionais.

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